A calvície é conhecida pelo termo médico
alopécia. À essa manifestação capilar
foram atribuídos vários tipos, definidos
por pesquisadores e cientistas a fim de
se obter a classificação correta para
cada caso. Podendo ser:
Androgenética: A mais comum em
homens, mas também ocorre entre as
mulheres. Sua causa é mais
especificamente relacionada ao
hormônio testosterona (por isso a maior
incidência em homens) e que acomete a
grande maioria dos homens no decorrer
da vida, variando é claro o nível. A
forma comum de surgimento
normalmente segue um padrão de
perda de cabelo nas entradas capilares
, evoluindo para a área central da cabeça
e culminando na parte posterior da
cabeça. Existem algumas classificações
tanto para calvície masculina quanto
para a feminina.
Areata: Geralmente ocorre em placas
no couro cabeludo, e não segue
necessariamente um padrão;
Congênita: Estritamente relacionada a
fatores genéticos;
Eflúvio: É o tipo mais observado entre
as mulheres e também é conhecida
como deflúvio, sua causa geralmente é
externa, relacionada à interrupçã0 do
ciclo harmonioso capilar, por
tratamentos inadequados e outros;
Emocional: Ligada à fatores
emocionais, normalmente se apresenta
em quedas de fios esporádicos e pode
evoluir para uma alopecia total;
Seborreica: Vem acompanhada de
sintomas como coceira e descamação
do couro cabeludo, porém na maioria
das vezes não compromete a
quantidade de cabelos;
Secundária: Está é a que ocorre após
tratamentos médicos como a
quimioterapia e também em decorrência
da ingestão de medicamentos e pode
também ser observada sendo oriunda
de distúrbios de órgãos internos;
Traumática: Causada pela perda
mecânica do couro cabeludo decorrente
de acidentes, lesões ou contusões.
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